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Conheça a história das Sandálias

Atualizado: Mai 19


Você sabia que as sandálias são consideradas os primeiros calçados da humanidade? No início, a função delas era de manter os pés arejados e protegidos, mas com o passar do tempo, foram adquirindo também valor estético e conquistando espaço cada vez maior no lifestyle. Sim, as sandálias tem o poder de dar um up no closet e alimentar nossa alma!


Holly Brubach, crítica de moda americana, afirma que um sapato “pode não curar um coração despedaçado ou aliviar uma enxaqueca, mas atenua os sintomas e afasta a tristeza”. E é a mais pura verdade! Afinal, atire a primeira pedra quem nunca se sentiu poderosa com um novo par de calçados.


Vamos, agora, para uma viagem no tempo em torno desse acessório irresistível:

Os homens das cavernas já usavam um tipo de sandália rudimentar, com a parte da frente dobrada como um bolso para proteger os dedos e com um pedaço de tecido ou couro para amarrá-la aos pés. Algumas civilizações antigas usavam também peles de animais para um conforto extra.

Egito e Roma, 4.000 a.C.


Os antigos egípcios eram adeptos das sandálias feitas de papiro e folhas de palmeira, que eram privilégio da nobreza, dos sacerdotes e soldados de alta patente, de modo semelhante aos antigos romanos.


Em Roma, as sandálias eram, inicialmente, privilégio da elite, mas com o passar do tempo foram sendo adotadas por toda a população. E cada categoria social possuía um tipo próprio de calçado.


Foi na capital italiana que surgiu a conhecida “sandália gladiador”. O modelo, bastante conhecido hoje em dia, tinha sola baixa de tiras para serem amarradas nas pernas e as sandálias eram utilizadas por generais e soldados. No caso do primeiro grupo, elas podiam receber adornos e as tiras iam até os joelhos. Já entre os soldados, o praxe era amarrá-las até o tornozelo, sendo que os modelos dispensavam enfeites.

Sandália gladiadora romana


Japão e Oriente, século I


A Zori, feita de palha e com um pedaço de couro colocado entre os dedos, foi um tipo de sandália muito usada no Japão. Na China e nas Filipinas, um modelo similar era feito com palha de arroz ou madeira. Após a Segunda Guerra Mundial, os soldados americanos levaram as sandálias para regiões do Pacífico, onde ganharam ainda mais popularidade.

Zori, sandália típica do Japão

 Idade Moderna, século XV


A sensação do momento no século quinze eram os “chopines Italianos”, sandálias com plataformas que chegavam a 45 cm, usados pela elite. Era necessário usar bengalas e bastões ou até mesmo os criados como apoio, para o pleno equilíbrio em cima desses saltos altíssimos!


Par de chopines italianos


Ainda neste período, Catarina de Médici introduziu a moda do salto alto na aristocracia europeia. Ao desembarcar em Paris, a jovem rainha trazia consigo vários sapatos de salto, feitos por um artesão italiano que produzia especialmente para ela.


Catarina de Médici: precursora da popularização do salto alto


Idade contemporânea: o século XXI em destaque

Anos 50 e 60

Nesse período tão icônico para a moda mundial, a mule de salto alto foi uma marca registrada das pin-ups da época. Depois, vieram as sandálias de couro unissex, que os hippies tanto usaram durante a década de 1960. Elas tinham geralmente um singelo anel de couro para dedo, ou uma correia em V.


Sandália hippie dos anos 60


Anos 80, 90 e 2000

Os anos 80 foram marcados pela extravagância fashion, com as cores dando o tom. A sandália de plástico colorida foi um must da temporada, junto com o escarpim color block e a bota de vinil com paetê e salto altíssimo.


Sandália de plástico: em alta nos anos 80


Já nos anos 90, a “sandália papete”, de velcro com solado grosso, foi a estrela da vez. Em versões esportivas ou casuais, fizeram a cabeça de homens e mulheres, assim como as sandálias de salto transparente, queridinhas das fashionistas.


Papetes: tendência nos anos 90


Em seguida, nos anos 2000, as sandálias de pontas quadradas chegaram como um hit absoluto, junto com as sandálias de tirinhas coloridas com ou sem amarrações no tornozelo. Aliás, o modelo voltou a ser tendência no início de 2020.


Sandália de ponta quadrada, hit dos anos 2000


Mais recentemente, as sandálias trabalhadas artesanalmente têm começado a despontar, em um mundo de transformações profundas. Nesse momento, sandálias handmade são acessórios que, além de incrivelmente belos, minimizam os impactos das indústria da moda, traduzindo um conceito mais sustentável. Por isso, ganham relevância e brilho aos olhos da consumidora. Entra na pauta, em 2020, prestigiar a indústria local, que é capaz de incentivar toda a cadeia produtiva em torno das sandálias.

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